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GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO
SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO
OMAR DONATO BASSANI
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ATIVIDADES
A DISTÂNCIA
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SEMANAL: 11/05 a 15/05/2020
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DISCIPLINA ARTE – PROFESSORA
MARGARETE
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3 º ANO A - ENSINO MÉDIO
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CONTEÚDO/HABILIDADES – EFAR6901 DESENVOLVER A LEITURA E
INTERPRETAÇÃO - RECONHECER/IDENTIFICAR OS DIFERENTES TIPOS VISUAIS CONTIDOS
NA PRODUÇÃO TEXTUAL (ASSOCIAÇÃO DE DOENÇA MENTAL À VIOLÊNCIA EM
'CORINGA' É CRITICADA POR ESPECIALISTAS)
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ORIENTAÇÕES – LER O TEXTO (ASSOCIAÇÃO DE DOENÇA MENTAL À VIOLÊNCIA EM
'CORINGA' É CRITICADA POR ESPECIALISTAS)
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DESCRIÇÃO DA ATIVIDADE - O ALUNO APÓS A LEITURA DO TEXTO
ABAIXO
IRÁ CRIAR UM DESENHO DO
SEU CORINGA PARA TEXTO USANDO O MATERIAL DISPONÍVEL EXEMPLO LÁPIS DE COR,
CANETINHA, TINTAS E ETC ...
EM FOLHA DE SULFITE OU FOLHA DO CADERNO DE DESENHO
FAZER MARGEM DE 1,0 CM
PINTAR O FUNDO
ATRÁS DO
TRABALHO FAZER A LEGENDA A LÁPIS PRETO
MEDE 15 CM
3,0 cm
3,0 cm
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ENTREGA DA ATIVIDADE – NA ESCOLA
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QUALQUER DÚVIDA – PERGUNTAR NO BLOG PARA
PROFESSORA MARGARETE
ASSOCIAÇÃO DE DOENÇA MENTAL À VIOLÊNCIA EM
'CORINGA' É CRITICADA POR ESPECIALISTAS
AAP
LÍNGUA PORTUGUESA
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Estigmatização de
transtornos preocupa; mas filme também é elogiado por destacar deficiências no
tratamento de pessoas com psicose
RIO — Trazer à tona através da
dramaturgia temas relacionados à saúde mental é considerado de extrema
importância por especialistas. No entanto, eles ressalvam, cuidados são
necessários para reduzir a estigmatização sofrida por quem tem algum tipo de
transtorno. O filme "Coringa", dirigido por Todd Phillips e
em cartaz nos cinemas, levou médicos e psicólogos a questionar o tratamento
dado ao transtorno mental vivido por Arthur, personagem principal da trama.
O texto
abaixo contém "spoilers". "Coringa",
que agradou a maioria da crítica especializada (teve 69% de aprovação no
agregador de resenhas rottentomatoes.com) é um sucesso de bilheteria. O
protagonista, Joaquin Phoenix, é cotado para o Oscar de melhor ator. E o
personagem é um clássico vilão de Gotham City no universo do
"Batman", da D.C. Comics.
— A nossa
sociedade preza muito o belo e o perfeito. Mas o filme trata de uma parte
dolorosa e sofrida da realidade de uma pessoa que tem uma doença mental grave.
Os dedos queimados de nicotina, a magreza, tudo isso é retratado. É uma parte
da sociedade que a gente não quer ver, que as famílias não querem revelar, e o
cinema foi lá e mostrou — diz a psiquiatra Alcina Barros, doutora em Ciências
do Comportamento.
Equívocos 'potencialmente perigosos'
Para Breno
Sanvicente, doutor em Psicologia pela PUC-RS e professor da PUC-RIO, o filme
comete equívocos "potencialmente perigosos" para a estigmatização do
paciente. Um deles é a falta de um diagnóstico preciso da doença de Arthur, que
tem traços que misturam transtornos mentais já conhecidos pela sociedade, como
a depressão.
— As manifestações
apresentadas não são compatíveis especificamente com nenhum dos transtornos
reconhecidos. Arthur tem um pouquinho de cada uma e não se encaixa em nenhum
diagnóstico. Assim, acaba sendo retratado mais como um louco do que como uma
pessoa que sofre com uma doença a ser tratada — explica o especialista
.

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